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Mostrando postagens de Julho, 2017
Brado amigo que não teme a necrofobia
venho de longe pedir abrigo
coveiro amigo que enterra uísque
do amigo do peito
sem pulsar seu veneno
ponho-me em respeito
seu nome a zelar
das emoções que trago
das mãos que fremem saudades
paragem das lembranças
moribundo das noites
ponho-lhes a cantar
Carrocha! Carrocha!
hás te cuidar-te
do gozo frenético e meloso
silencioso gemido
que lhe fez silenciar.

A noite segue num tamborim
onde as meninas dançam
os rapazes as acompanham
e por aqui em cada um nós
as lembranças do que deixastes
em cima da mesa, no quarto inacabado
a vida sem emoção
Carrocha! Carrocha!
hás te cuidar-te
seja lá onde estiveres, se estiveres
pois aqui seguiremos
bebendo o uísque acompanhados
na sincera emoção viva
da grata lágrima das gargalhadas em teu nome
e tudo que há e de tudo que se vai
quando tu fostes
deixando parte de ti no que hoje é a tua ausência
estranha sensação de vida é a que sentimos.


A grande ideia, de grandes amores, de um bem e do estado correto de ser. Essa ideia é tão desnecessária.
Estranho como tudo se apresenta às vezes num destino traçado como acaso o mundo se resume em instantes o desejo em tocá-la a imaginação faz de mim fantasmagorias
Como é vasta minha mente Quando vaga pensando em ti
Poderia acreditar nos céus e que tudo é um fato predestinado como seria ingênuo se aceitasse que posso deixá-la ir por ser parte do meu destino em deixá-la ir
O mundo e os céus podem se contorcerem numa sinfonia ou num caos eu não serei o resultado das circunstâncias sou o meu destino, e faço dele a minha revelia e não faz parte dele qualquer que seja outras teorias nada além do eu e daquilo que desejo do desejo massivo da fantasia em realizar as minhas mais sinceras vontades
Como é vasta minha mente Quando vaga pensando em ti
Estranho como tudo se apresenta às vezes num destino traçado como acaso o mundo se resume em instantes o desejo em tocá-la a imaginação faz de mim fantasmagorias

S. John
É tão estranho. Silêncio presente ausência que sinto. Como há no espaço vazio se aqui não se existe. Do que não há como pesa o peso que sinto. Se pesar fosse leve e não houvesse há que sinto. “Ausência leve ao menos assim se”. Tudo poderia fazer algum sentido. Mas tempo não pede passagem e no ditado está escrito (…). Se voa ou se fica, coisa certa, do que vejo, do que sinto. Tempo, no silêncio presente ausência que sinto. Envelheço a cada milésimo da esquerda pra direita ou vise e versa, como desgasta eu gosto antigo que por ti insisto. O que é doce ainda é, senão não seria doce. Mas o que tinha gosto particular parece ter perdido por razão do que não sei. Estranho o tamanho do meu eu. (…) Como consigo caber ali num coração apertado onde se quer Realmente há espaço pra morar, às vezes, é assim que somos Algo amassado o suficiente pra caber onde não cabemos (…) Dizem que tudo passa ao passo que nada permanece. E se é assim, que seja a vida também um passo. Que não há de pe…